Bichectomia – O Que é, Antes e Depois, Preço, Resultados e Cuidados

Bichectomia – O Que é, Antes e Depois, Preço, Resultados e Cuidados

A bichectomia é uma cirurgia feita para remover a bola de Bichat, ou popularmente falando, a gordura da bochecha. Esse é um procedimento que tem se tornado muito popular e interessa principalmente aqueles que desejam um rosto mais fino, livre de bochechas rechonchudas e salientes.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em 2014 foram realizadas cerca de dez bichectomias por mês. Já em 2015, esse número triplicou e no ano seguinte, já saltou para aproximadamente 40 cirurgias por mês pelo país.

Vamos entender o que é a bichectomia, resultados, preço e cuidados necessários.

Bichectomia – O que é?
A bichectomia é o nome de um procedimento estético facial. Ele consiste em remover o tecido adiposo de Bichat, que está localizado em dois compartimentos de gordura dentro das bochechas.

Para realizar a bichectomia é necessária uma anestesia local, sedação ou anestesia geral, especialmente se forem realizados procedimentos agregados. Os procedimentos de bichectomia podem ajudar a reduzir as bochechas arredondadas e definir as maçãs do rosto, deixando a aparência um pouco mais esculpida. As cicatrizes ficam escondidas dentro da boca.

O que é a bola de Bichat?
As bolas de Bichat são almofadas de gordura localizadas na parte inferior do rosto e quando são excessivamente cheias e arredondadas podem dar a aparência de excesso de peso. Elas podem ser uma condição hereditária de excesso de gordura nas bochechas inferiores e não podem ser reduzidas com exercício ou dieta. Essas gorduras são necessárias nos primeiros anos de vida, para ajudar na sucção e alimentação de bebês.

Segundo o periodontista, implantodontista e mestre em Ciências Odontológicas da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, Irineu Gregnanin Pedron, a gordura da bochecha apresenta atividade fisiológica, sendo um coxim mecânico entre os músculos faciais que pode ainda auxiliar no fechamento de fístulas ou comunicações buco sinusais, ou ainda no recobrimento de enxertos ósseos no aumento da crista óssea alveolar, em casos de implantes.

Candidatos em potencial para cirurgia de bichectomia
A bichectomia é um procedimento customizado, o que significa que ele não deve ser baseado no resultado de outros pacientes. Um paciente eletivo deve apresentar excesso de gordura ou plenitude na região inferior da bochecha. Outras condições também são analisadas, como por exemplo, se está fisicamente saudável e com um peso estável, se tem expectativas realistas, se é fumante e o grau de incômodo com a aparência das bochechas rechonchudas.

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Como é realizada a bichectomia?
A bichectomia é considerada um procedimento relativamente fácil. Ele é feito em um local específico, que pode ser um hospital ou clínica, por um cirurgião capacitado que faz uma pequena incisão no interior das bochechas, perto dos sacos de gordura, e os remove.

Embora exista uma variação, a bola de Bichat costuma ser do tamanho de uma bola de pingue-pongue ou bola de golfe. Após a extração completa, a ferida é saturada. O procedimento é rápido, não costuma durar mais de uma hora para ser feito.

Recuperação
A recuperação completa vai depender de cada pessoa, mas costuma durar em média 14 dias. Nos três primeiros dias após o procedimento, a recomendação é que a alimentação seja leve e na temperatura fria. A exposição ao sol também deve ser evitada, para impedir que um possível sangramento aconteça.

A recuperação não envolve nenhum tempo de inatividade. Alguns pacientes podem experimentar pequenos inchaços e hematomas, que desaparecem por conta própria durante os primeiros dias de recuperação. Geralmente nenhuma dor ou desconforto é sentido e a maioria dos pacientes pode voltar a trabalhar no dia seguinte.

Os resultados da cirurgia são permanentes e já podem ser vistos imediatamente após o procedimento, mas os resultados completos serão visíveis assim que todo o inchaço diminuir, pois é aí que a projeção das maçãs do rosto e uma aparência mais alongada da face aparecem.

Riscos
Embora o procedimento seja definido como simples, existe a possibilidade de haver uma complicação. O mais comum por parte dos pacientes é não aceitar os resultados, que pode acontecer devido às características faciais da pessoa. Os possíveis riscos da bichectomia são:

Sangramento.
Infecção.
Má cicatrização de incisões.
Hematoma.
Riscos de anestesia.
Acúmulo de fluido.
Dormência ou outras alterações na sensação.
Inchaço prolongado.
Lesão nos ramos do nervo facial, resultando em fraqueza muscular temporária ou permanente.
Lesão a um duto salivar.
Trombose venosa profunda, complicações cardíacas e pulmonares.
Assimetria.
Mudanças mínimas.
Possibilidade de cirurgia revisional.
Dor persistente.
Resultados esperados com a bichectomia
Os resultados precisos da bichectomia podem ser visto após o desaparecimento do inchaço. Pode levar vários meses até que os resultados finais apareçam, pois as bochechas gradualmente contornam a nova aparência.

As bochechas devem aparecer menos cheias ou gordas logo após o procedimento, e embora os resultados sejam esperados, não há garantia na realização do procedimento. Em algumas situações, pode não ser possível alcançar os melhores resultados com um único procedimento cirúrgico e outra cirurgia pode ser necessária. Seguir as instruções do seu médico é fundamental para o sucesso da sua cirurgia.

Antes e depois
Analisando fotos tiradas antes e depois do procedimento, é possível ver um resultado relevante. Um rosto mais fino, a ausência de bochechas arredondadas e “maçãs” mais protuberantes podem ser percebidas.

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Preço
Os custos podem incluir taxa do cirurgião, custos de instalações hospitalares ou cirúrgicas, taxas de anestesia, prescrições para medicação, exames médicos e de imagem.

O custo de um procedimento pode variar entre R$ 5.000,00 e R$ 10.000,00, e essa discrepância pode acontecer devido à sua localização geográfica e disponibilidade de profissionais capacitados para realizar o procedimento.

Ao escolher um profissional especializado para cirurgia de bichectomia, vale considerar a experiência do mesmo e sua confiança, pois ambos são tão importantes quanto o custo final da cirurgia.

Cuidados
Um dos principais cuidados para realizar esse procedimento é escolher um profissional capacitado. Por ser um procedimento estético, a bichectomia é considerada uma cirurgia plástica, o que significa que deve ser feita por um cirurgião plástico, mas profissionais das áreas de Dermatologia, Cirurgia Craniomaxilofacial ou Cirurgia de Cabeça e Pescoço e os Cirurgiões-Dentistas também podem realizar a técnica, desde que estejam devidamente capacitados.

A capacitação de um profissional envolve um curso de especialização com carga teórica e clínica condizente com a técnica cirúrgica. Já os Cirurgiões-Dentistas estudam, de modo geral, quatro a cinco anos de cabeça e pescoço, além disso, a bola de Bichat já é utilizada na Odontologia muito antes de se falar na bichectomia, tendo como exemplo a utilização de tal gordura para fechamento de fístulas buco sinusais.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica também afirma que a operação envolve riscos e tem indicações específicas, ou seja, ela não é para todos. Se for realizada em pessoas sem necessidade, a bichectomia chega a antecipar o envelhecimento do rosto, porque, com o passar dos anos, naturalmente perdemos um pouco de tecido gorduroso na face, então quem não possui uma cara mais rechonchuda e passa pela técnica pode, algum tempo depois, ficar com uma aparência “chupada”.

Palavra de especialistas
Embora o procedimento pareça simples e seguro, alguns especialistas não apoiam a retirara da bola de Bichat, pois acreditam que pode fazer falta no futuro, durante o processo de envelhecimento. Outro ponto relevante é que ela está localizada em uma área delicada do rosto, em meio a nervos e canais salivares.

O mestre e especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (CTBMF) Fabio Sevilha, que é membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (CBCTBMF) e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais na Odontologia (SBTI), reconhece que esse é um procedimento realizado há muito tempo e afirma que a gordura de Bichat não tem função estrutural ou de sustentação, sendo assim, a retirada não fará falta no processo de envelhecimento.

Sua função é importante durante a amamentação, mas deixa de existir após o crescimento. Segundo ele, os riscos que devem ser considerados seriam durante o procedimento, em que uma lesão do ducto parotídeo ou dos ramos bucais do nervo facial poderiam acontecer, mas outros ramos nervosos ao redor da boca assumiriam essa função.

O Cirurgião-Plástico Eduardo Kanashiro também diz que o procedimento envolve riscos e deve ser feito por um profissional treinado.

A bichectomia demonstra ser um procedimento rápido e seguro, porém é necessário entender as reais expectativas, pois os resultados esperados podem não ser alcançados. Buscar um profissional que seja capacitado é fundamental para minimizar possíveis riscos. Ele também será capaz de discutir e alinhar a real necessidade de executar o procedimento.

DRENAGEM LINFÁTICA AJUDA A EMAGRECER?

DRENAGEM LINFÁTICA AJUDA A EMAGRECER?

Drenagem linfática é uma técnica poderosa no processo de emagrecimento
Uma das grandes perguntas em torno das massagem estéticas é se a drenagem linfática emagrece.

Como tudo no mundo, a perda de peso não é um processo mágico que acontece da noite para o dia e não vem sem um esforço por parte da pessoa que almeja perder peso.

Mas não se desanime, pois a drenagem linfática, de certa forma, é uma excelente ferramenta no processo de emagrecimento.

Confira este artigo até o fim e tire suas dúvidas se a drenagem linfática ajuda a emagrecer!

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DRENAGEM LINFÁTICA AJUDA A EMAGRECER?
Por trabalhar com a retirada de excesso de líquidos e de toxinas do organismo, podemos considerar que a drenagem linfática é uma grande aliada para pessoas que estão em processos de emagrecimento, além dos seus outros benefícios como combate à celulite e melhora da circulação sanguínea e eliminação de inchaços.

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OUTROS CUIDADOS ALÉM DA DRENAGEM
Se você deseja perder peso, é recomendado realizar a drenagem linfática no mínimo 2 vezes por semana, no corpo inteiro. É imprescindível também cuidar da alimentação evitando o consumo de gorduras, açúcares e alimentos processados.

Não se pode esquecer também do consumo diário de pelo menos 1,5 litro de água ou chá drenante como o chá verde, por exemplo, importante para manter o organismo devidamente hidratado e eliminando ainda mais toxinas.

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CONCLUSÃO
Como dito no inicio do texto, a drenagem linfática não atua diretamente no metabolismo das gorduras.

Os centímetros perdidos com o tratamento não representam a retirada de gordura acumulada nos locais.

Sendo assim, somente a prática da drenagem linfática não ajuda a emagrecer, mas aliada a outros procedimentos como uma dieta balanceada e exercícios físicos, contribui ativamente para um emagrecimento saudável e livre de dietas extremas que são prejudiciais para a saúde.

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Biotina: saiba por que você também vai querer tomar

Biotina: saiba por que você também vai querer tomar

A biotina é uma vitamina do complexo B, de extrema importância para a pele, unhas e cabelo, e tem grandes benefícios para quem está em busca de mais saúde para eles. Apesar de ser conseguida naturalmente, por meio de uma dieta equilibrada, a biotina também pode ser conseguida por meio de suplementação.

Vamos falar mais do que esta vitamina é capaz de fazer no seu corpo, seus diferenciais e o que pode ser feito para oferecer cabelos mais brilhantes, pele mais lustrosa e unhas mais resistentes.

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Como a biotina age no seu corpo?
A biotina, também conhecida como vitamina b7 ou H, é conhecida por ajudar seu corpo a lidar com os carboidratos e proteínas no processo de metabolismo. Naturalmente, ela é produzida por microrganismos dentro do intestino e ajudando seu sistema digestivo a entregar os nutrientes da forma correta.

Sendo assim vários dos tecidos que precisam de nutrientes para crescer com força e elegância se beneficiam deste ambiente cheio de nutrientes.

Vamos analisar caso a caso quais são os benefícios:

Pele: A pele , quando nutrida adequadamente, ajusta sua hidratação naturalmente, além de oferecer uma renovação celular mais eficiente, que evita áreas ressecadas e sem brilho.Esta vitamina faz com que a descamação natural da pele seja acelerada e a renovação de células.

Cabelos: Os cabelos bem nutridos serão sempre mais fortes e resistentes às mais diversas agressões como o sol, química e outros problemas. Além do mais, a biotina ajuda a produzir a queratina, que é a proteína que protege o cabelo e o mantém brilhante.

Unhas: As unhas, assim como os cabelos, precisam dos nutrientes oferecidos pela biotina, que faz com que ela cresça com mais força e mais resistência, evitando que elas quebrem com facilidade e possibilitando, por exemplo, as unhas triangulares.

 

Varizes

Varizes

Varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem abaixo da pele. Dependendo da fase em que se encontram, podem ser de pequeno, médio ou de grande calibre. As veias mais acometidas são as dos membros inferiores: nos pés, pernas e coxas. Algumas pessoas apresentam minúsculas ramificações, de coloração avermelhada. Estes casos costumam não apresentar sintomas e provocam apenas desconforto estético em seus portadores.

Como as varizes se formam:

O sangue é bombeado pelo coração para dentro das artérias que, por sua vez, levam este sangue para todas as partes de nosso corpo. Todas as células de nosso organismo são nutridas por este sangue. Já as veias têm como função drenar o sangue de volta para o coração. Este caminho que o sangue percorre desde a sua saída do coração pelas artérias até o seu retorno pelas veias para o coração recebe o nome de circulação. O sangue desce muito facilmente do coração até as pernas e os pés, através das artérias. Mas precisa desenvolver esforço muito grande para voltar dos pés e pernas até o coração. Esta tarefa de retorno venoso é executada pelas veias por meio de válvulas venosas que direcionam o sangue para cima. Na pessoa normal a válvula se abre para o sangue passar e se fecha para não permitir que o sangue retorne. Esta atividade se torna mais fácil quando estamos deitados ou com as pernas elevadas. Em algumas pessoas, com o passar do tempo, vários fatores podem determinar ou provocar um mau funcionamento destas válvulas. Com a idade, ou devido a fatores hereditários, as veias podem perder a sua elasticidade. Essas veias começam a apresentar dilatação e as válvulas não se fecham mais de forma eficiente. A partir daí o sangue passa a refluir e ficar parado dentro das veias. Isto provoca mais dilatação e mais refluxo. Esta dilatação anormal das veias leva à formação das varizes.

Sintomas:

Na grande maioria das vezes a queixa principal é a estética: na posição de pé as veias ficam dilatadas, tortuosas e muito visíveis. Além disso, outros sinais e sintomas podem estar presentes:

• presença de veias azuladas e muito visíveis abaixo da pele;
• agrupamentos de finos vasos avermelhados que alguns pacientes chamam de “pequenos rios e seus afluentes”;
• queimação nas pernas e planta dos pés;
• inchação, especialmente nos tornozelos ao final do dia;
• prurido ou coceira;
• cansaço ou sensação de fadiga nas pernas;
• sensação de peso nas pernas;
• “pernas inquietas”,
• câimbras.

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Complicações:

Quando não tratadas de forma correta as varizes podem progredir e desenvolver severas complicações. Entre estas podemos citar:

• Eczema – geralmente se inicia com coceira;
• Dermatite;
• Flebite e trombose (coágulo) – flebite significa inflamação da veia. Varicoflebite consiste na inflamação das varizes;
• Pigmentação e escurecimento da pele;
• Hemorragias – a pele e a parede das varizes muitas vezes ficam tão finas que facilmente se rompem. Quando isto acontece pode ocorrer uma importante perda de sangue;
•Úlceras – a complicação mais temida pela população é a formação de feridas nas pernas denominadas úlceras. No início cicatrizam com certa facilidade, mas, com o tempo e se tratadas de forma indevida, vão se tornando mais complexas.

Tratamento:

Existem diferentes tipos de tratamentos para as varizes. O mais importante são as medidas preventivas. Quando estas medidas de precaução não são suficientes, o seu médico poderá indicar um ou vários dos tratamentos abaixo:

• Escleroterapia química– É provavelmente a técnica usada há mais tempo. Muito utilizada para as microvarizes ou vasos e para as varizes de calibre muito pequeno. Consiste na injeção de substancias esclerosantes que expulsam o sangue para as veias normais e entopem as veias que estão sendo tratadas. Embora essas injeções precisem ser repetidas em algumas veias, a escleroterapia costuma ser muito eficaz e com excelentes resultados quando realizada por médicos experientes.
• Cirurgia – as cirurgias de varizes estão cada vez menos agressivas. A grande maioria das varizes pode ser realizada hoje através de mini-incisões e o tempo de internação hospitalar raramente precisa passar de 24 horas. As varizes retiradas numa cirurgia não provocam danos à circulação, uma vez que as outras veias normais e o sistema venoso profundo normal se encarregam de garantir o fluxo de retorno.
• Laser escleroterapia – a escleroterapia com laser está em evolução e ainda não substitui a escleroterapia química. Não pode ser aplicada em todos os tipos de pele e ainda não dá bom resultado nos vasos de calibre maior. Novas tecnologias com laser em desenvolvimento poderão ampliar a sua utilização. No Brasil alguns médicos fazem o tratamento misto: laser e injeções.
• Laser endovenoso – consiste na introdução de cateter com laser dentro das varizes com a intenção de destruí-las pelo calor. É uma técnica ainda em fase experimental.
• Radiofreqüência – é a mesma técnica anterior usando o calor produzido por cateteres dotados de dispositivo de RF (radio-freqüência).

Prevenção:

O principal fator de risco para se ter varizes é a presença desta doença na família: a hereditariedade. Veja agora outros fatores que contribuem para favorecer o aparecimento das varizes ou agravar as varizes de quem já as tem:

• Idade – costumam aparecer a partir de 30 anos de idade e podem ir piorando com o passar os anos. É pouco freqüente antes dos 30 anos. Entretanto, as microvarizes ou “aranhas vasculares”, também chamadas de “vasos”, podem aparecer em pessoas bem mais jovens.
• Sexo – as mulheres são mais propensas do que os homens; fatores hormonais da gestação, menstruação e menopausa parecem ter relação com a maior facilidade de dilatação das veias;
• História Familiar – se há uma incidência de varizes na família, a sua chance de ter a doença será maior;
• Obesidade – o sobrepeso aumenta a pressão sobre as veias e dificulta o retorno venoso;
• Traumatismo nas pernas;
• Temperatura – exposição ao calor por tempo prolongado pode provocar dilatação das veias. Não é à toa que a incidência de varizes é um pouco menor nos países mais frios. Portanto, cuidado com a exposição excessiva ao calor do sol, das saunas, dos fornos, etc.;
• Tabagismo – pesquisas revelam que a parede das veias também sofre as agressões das substâncias contidas nos cigarros;
• Gravidez – durante a gravidez a quantidade de sangue circulante aumenta e, portanto, aumenta o trabalho das veias;
• Sedentarismo – o movimento das pernas é muito importante para “bombear” o sangue das veias. Portanto, ficar muito tempo sentado ou em pé parado é muito ruim para o trabalho das veias. Os exercícios e o combate ao sedentarismo são muito importantes para a circulação corporal;
• Pílulas anticoncepcionais e reposição hormonal – mais uma vez encontramos os fatores hormonais, em especial a progesterona, que provoca a dilatação das veias.

 

RECEITA DE SUCO VERDE: COMO VARIAR

RECEITA DE SUCO VERDE: COMO VARIAR

Cansada do suco verde de todo dia? Como (quase) tudo na vida, dá para inventar e variar, dando um sabor especial e diferente a cada versão. Aqui vão algumas dicas para variar a sua receita de suco verde.

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Base da receita de suco verde
O ideal para a base do suco verde é a água-de-coco, super rica em nutrientes. Mas outra ideia é preparar um suchá no lugar do suco. Basta substituir a água-de-coco por um chá diurético. Com o de hibisco, por exemplo fica MARA! Vale lembrar que também são essenciais a chia (ou linhaça, sempre hidratadas!) e o gengibre. Sem os ingredientes, aliás, o suco corre o risco de ficar pobre em fibras e com alta carga glicêmica.

Frutas
Tente variar as frutas, usando o que tiver na geladeira, gente! Criatividade é tudo! Na minha opinião, as que mais funcionam no suco verde são: maçã, melão, banana, morango, abacaxi, laranja e mamão papaya.

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Folhas
Não estou usando couve, a predileta na receita tradicional pois, recentemente, descobri um hipotiroidismo. Com essa recomendação nutricional, faço sem ou com broto de alfafa. Mas vale espinafre, alface, agrião e até rúcula, tá? Ah, um toque de hortelã sempre deixa a preparação mais refrescante.

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Adicionais
Vegetais como cenoura, beterraba e batata yacon são um plus. Um toquezinho de leite de castanhas pode dar aquela cremosidade deliciosa.

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Agora é hora de colocar em prática! Olha essa variação de suco verde que faço e chamo carinhosamento de suco pink!

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